2009-11-27
2009-11-26
Balada para Teixeira dos Santos
Memória de
Funes, o memorioso
às
21:52
5
lembraram-se de contestar
Marcadores: Finanças
Sem esperança, mergulahdos até ao pescoço numa apagada e vil tristeza
Haverá um português, um só, que deposite qualquer esperança num futuro com Cavaco Silva, José Sócrates, Manuela Leite, Pedro Coelho, Noronha do Nascimento ou Pinto Monteiro?
Haverá um europeu, um só, que deposite qualquer esperança num futuro com aqueles dois funcionariozinhos agora designados para os lugares de topo da União, de que ninguém sabe os nomes e que não valem o trabalho de os ir procurar ao Google?
Portugal é um problema. A Europa é outro. Melhor, Portugal e a Europa são um só e mesmo problema: o problema da absoluta e justificada descrença no futuro.
Embora o meu amigo Zekez possa vir aqui dizer que ando a anunciar a catástrofe desde 1996 ou 1997, o certo é que agora não sou só eu. Somos todos a perceber que, a cada dia que passa, ficamos mais perto do fim. E que, deixando que cada dia que passa acabe da mesma maneira que o anterior - a discutir Cavaco e Sócrates, Barroso e Rompuy, em lugar de entregarmos definitivamente o poder a gente decente - mais elevada se torna a probabilidade de o fim ser sangrento.
O meu amigo Zekez dirá que ando a anunciar a catástrofe desde 1996 ou 1997. Honesto, dirá também que estou cada vez mais perto de ter razão. Não me orgulho especialmente desta razão. Quando se anuncia a catástrofe, acaba-se sempre a ter razão.
Memória de
Funes, o memorioso
às
0:58
22
lembraram-se de contestar
Marcadores: Europa, Futurologia, Portugal, Tristeza
2009-11-24
Da influência dos media e da publicidade às companhias de seguros
Memória de
Funes, o memorioso
às
18:34
12
lembraram-se de contestar
Marcadores: Que raio de etiqueta hei-de eu dar a isto?
2009-11-23
Não me lixem. Vocês andam é a ler Júlio Diniz a mais
Memória de
Funes, o memorioso
às
11:00
22
lembraram-se de contestar
Marcadores: Inverno, Irritações
Há coisas (raras) em que RPS parece ter razão
Memória de
Funes, o memorioso
às
7:51
13
lembraram-se de contestar
Marcadores: Futebol, Jornalismo desportivo
2009-11-22
Uma memória dos homens ao fim-de-semana
Memória de
Funes, o memorioso
às
6:32
0
lembraram-se de contestar
2009-11-21
Do Portugal eterno: luz, amor, poesia e sombra
Memória de
Funes, o memorioso
às
20:20
4
lembraram-se de contestar
Marcadores: Portugalidade
Ode ao Outono (Arlindo do Rego)
Muda a pena e cai a folha.
Noites longas ao som do vento e da chuva.
Ahh! Tão bom!...
De Outubro ao Natal, salto de pardal."
Memória de
ZekezCarvalho
às
19:28
3
lembraram-se de contestar
Odiosa americanice
Memória de
Funes, o memorioso
às
18:17
4
lembraram-se de contestar
Marcadores: Irritações
2009-11-20
LAS MAÑANITAS-MARIACHI FLORES - 20/11/2009 - Caro Funes, muitos parabéns pelo teu quadragesimo nono!
Memória de
ZekezCarvalho
às
10:31
13
lembraram-se de contestar
2009-11-19
O sr. Platini e os seus muitos milhões de amigos em Portugal estão, agora, calados.
O futebol português é uma vergonha (até meio de Agosto, pelo menos, era). Verdade desportiva é lá fora.
Memória de
rps
às
7:00
10
lembraram-se de contestar
Insónia
Memória de
Funes, o memorioso
às
3:19
10
lembraram-se de contestar
Marcadores: Arte
2009-11-18
Reconfortante
Memória de
Funes, o memorioso
às
10:29
12
lembraram-se de contestar
Marcadores: Etica
E desta vez: Tôôôôôôôôôrres Vedras!
Memória de
Funes, o memorioso
às
0:33
10
lembraram-se de contestar
Marcadores: Que raio de etiqueta hei-de eu dar a isto?
2009-11-17
Pode ser que, desta vez, funes, zekez e mcjaku comentem
Memória de
rps
às
19:30
5
lembraram-se de contestar
2009-11-16
Sobre um caso da actualidade
Imagine-se que um indivíduo é suspeito de se dedicar ao tráfico de droga. Obtida a competente e indispensável autorização judicial, a polícia revista-lhe a casa. Não se descobre nada relativamente ao tráfico de que era suspeito*, mas, numa arca frigorífica, descobre-se o cadáver antigo de uma mulher que o suposto traficante afirma (e prova) desconhecer, alegando ter arrendado, mobilada, aquela casa há uma semana, nada sabendo do conteúdo das arcas que nela se encontram.
Deverá a polícia ignorar este macabro achado e abster-se de abrir um inquérito para apurar o caso, uma vez que esta foi uma descoberta acidental que não constituía o objecto primeiro da revista efectuada e esta a ele não era dirigida?
Não conheço quem defenda semelhante absurdo. Todavia, muita gente o defende - sem que eu tenha ainda logrado compreender os respectivos argumentos - no caso paralelo de, em vez de se tratar da revista a um domicílio, se tratar da escuta de uma conversa telefónica. Sustenta-se, nestes casos que, porque a escuta não era dirigida ao que, na qualidade de mero interlocutor do escutado, confessa ou dá indícios de ter cometido um crime, este já não pode ser investigado.
Qual é a diferença para o caso da revista a um domicílio? Não implica esta uma devassa maior e mais intensa da privacidade e da intimidade dos cidadãos? Porque é que um crime incidentalmente descoberto na devassa de uma residência deve ser objecto de um inquérito autónomo e o crime incidentalmente descoberto durante uma escuta telefónica não o poder ser?
Mas admitamos como bom o argumento. Uma coisa é a suspeita da prática de um crime, outra coisa completamente distinta são os meios de prova desse crime. Estes podem ser ilícitos e obstar, se não existirem outros, uma condenação. Mas podem existir outros e o crime não desaparece pelo facto de certos meios de prova não serem lícitos.
Tanto quanto sei (e sei nada, repito, mas disse-me gente que tenho por conhecedora do processo penal), sempre que um procurador, no exercício das suas funções, tem notícia de factos que indiciam a prática de um crime público está obrigado, sem qualquer hipótese de escolha, a abrir um inquérito destinado a apurar as circunstâncias e a autoria desse crime, ou a remeter certidões para quem tem competência para o investigar.
Ao que parece, foi o que fez (e bem) o responsável, em Aveiro, pelo caso "sucatasgate". Tendo tido acesso, no decorrer da investigação, a conversas mantidas entre o suspeito Armando Vara e José Sócrates; tendo - na sua não sindicável consciência - ficado convencido que estas conversas indiciavam a prática de um crime público grave por parte do primeiro-ministro, o Senhor Procurador de Aveiro fez o que lhe competia: extraiu certidões daquelas conversas e remeteu-as a quem de Direito, no caso, o Procurador Geral da República (ou o DIAP de Coimbra e, através deste, o PGR, não sei nem agora importa).
E é aqui que o caso começa a descarrilar.
Recebidas as certidões, o Procurador Geral da República tinha dois caminhos: ou não via nelas os indícios criminosos que viu o Procurador de Aveiro, ou via os mesmos indícios que este viu. Na primeira hipótese, dizia-o e matava logo ali o assunto. Na segunda, enquanto responsável máximo pela investigação criminal, não tinha escolha: tinha que abrir um inquérito. E no decurso deste é que apurava a licitude ou ilicitude dos meios de prova disponíveis para, se fosse esse o caso, promover uma acusação.
O que o Procurador Geral não podia fazer, foi o que fez: remeter as certidões para o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça, para este se pronunciar sobre a validade das escutas e, em função disso, decidir abrir ou não um inquérito.
Isso é confundir o crime com os meios de prova desse crime, um erro tão primário e ingénuo, que não é crível que o Procurador Geral da República o cometa.
O Procurador Geral da República podia questionar o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça sobre a licitude ou ilicitude do uso, como meio de prova, das escutas em seu poder. O que não podia era assumir ab initio que esse era o único meio de prova de que se podia socorrer para provar o crime indiciado (porque, naturalmente, a questão dirigida ao Presidente do STJ só faz sentido, se o PGR tiver ficado convencido de que existiam, de facto, indícios da prática de um crime grave pelo primeiro-ministro. Caso contrário, ordenava, sem mais, o arquivamento do dossier). Por que não ouvir testemunhas que tivessem conhecimento dos factos? Por que não ouvir, como arguido, o próprio José Sócrates? E se este confessasse os ilícitos de que é suspeito? Perante indícios sérios da prática de um crime muito grave, como pode o PGR, em vez de abrir um inquérito para apurar os factos, limitar-se a perguntar se pode usar um meio de prova desse crime, decidindo logo desistir da investigação se o não puder, sem cuidar sequer de verificar se o crime não pode ser provado por outros meios?
Mas melhor não andou o Presidente do Supremo Tribunal de Justiça. Em vez de se limitar a responder à questão que lhe foi formulada e pronunciar-se sobre a licitude ou ilicitude das escutas do primeiro-ministro, ordenou a imediata destruição dessas escutas, à revelia da lei e contra a lei, que prevê tal destruição apenas após o trânsito em julgado da decisão final do processo.
Porquê esta pressa ilegal?
Não sei. Não sabe o cidadão comum.
O que eu sei e o que sabe o cidadão comum é que, por não sabermos, todas as suspeitas são possíveis. O caso abala os fundamentos do Estado de Direito em que queremos viver. E - seja lá por que razão tenha sido, benigna ou maligna - o PGR e o Presidente do STJ falharam colossalmente.
A confiança indispensável que os cidadãos têm que ter nas suas instituições impõe que nenhum deles se possa manter no exercício das respectivas funções.
* - Ou descobre, para o que aqui importa é irrelevante
Memória de
Funes, o memorioso
às
23:37
51
lembraram-se de contestar
Marcadores: Justiça
Funes, o vidente
Memória de
Funes, o memorioso
às
7:53
11
lembraram-se de contestar
Marcadores: Que raio de etiqueta hei-de eu dar a isto?
2009-11-15
Ingmar Bergman: "The Seventh Seal" (1957) Trailer (SPOILERS)
Memória de
Funes, o memorioso
às
16:35
5
lembraram-se de contestar
Uma memória dos homens ao fim-de-semana
Memória de
Funes, o memorioso
às
7:00
0
lembraram-se de contestar
Marcadores: Angra do Heroísmo, Memória
2009-11-13
Zekez Carvalho recebe uma lição do primeiro-ministro
Memória de
ZekezCarvalho
às
21:13
10
lembraram-se de contestar
Classe
O post não traduzia com rigor o meu pensamento.
Memória de
Funes, o memorioso
às
8:37
8
lembraram-se de contestar
Marcadores: Elite
2009-11-12
Ora aqui está uma bela polémica
Ora aqui vai um julgamento à Fafe (ou à fafense), já que falaram nele. Já a minha avó dizia "limpa à tua porta antes de criticares os outros." E ora cá vou eu limpar a m**** da frente da sua porta, sr. Funes (SENHOR ANTÓNIO CARDOSO da CONCEIÇÃO, se é que este é o seu nome verdadeiro).
1º Deveria saber transcrever o que leu. Entre um número e a unidade de medida digita-se sempre um espaço. A unidade de medida (neste caso o quilograma) é SEMPRE em letras minúsculas. Pode sempre consultar um livro sobre as normas internacionais de escrita, que o que lhe estou aqui a ensinar hoje não é nenhuma novidade para alguém que tenha no mínimo a quarta classe.
2º Caso também não saiba, escreve-se Ministério da Educação com letras maiúsculas e... Ministério leva 3 iis.
Pelo seu palavreado, que muitos comentadores ficaram hilariados com o seu discurso, o uso de palavras como tripas revoltas, rebentar os miolos e estrumeira, leva-me a crer que habita no Porto (mas isso não é novidade nenhuma), que deve pertencer ao FCP e que também deve ser um agricultor. Ora como não tenho conhecimento de nenhum latifúndio na cidade do porto, creio que deve cultivar uma pequena horta.
Caro senhor Funes, está na hora de ter mais sorte na vida, porque não se junta ao Grupo da Porto Editora para trabalhar em equipa com eles, e mostrar que sabe fazer melhor do que os matemáticos.
Subscrevo-me como matemática e revisora da revista Polymer Engineering and Science, e mais não lhe digo. Faça o juízo que quiser sobre este comentário, mas lembre-se "temos de varrer a frente da nossa porta, antes de falar dos outros".
Para terminar, como digo sempre, o Português só sabe criticar pela negativa, NUNCA tenta construir nada.
Os meus parabéns, conseguiu que eu, depois de mais de um ano, escrevesse um post e... imagine-se, dedicado a si.
Memória de
Funes, o memorioso
às
22:58
34
lembraram-se de contestar
Marcadores: Educação, Polémicas, Sistema educativo
Escrita quase automática
Era uma vez um pai que tinha três filhas. Uma era loira e a outra, morena.
Um dia, a morena começou a espingardar com o pai e este não esteve com meias medidas. Pô-la fora de casa.
A loira – que gostava muito da irmã mais velha – jurou vingança.
E se mal o pensou, pior o fez. O namorado tinha um amigo que trabalhava numa oficina que ajeitava bicicletas e carros esbarrados. Falou com ele e ele orientou-lhe um esquema. Ligou o bendix do Fiat Ritmo do pai da loira a uma carga de gelamonite que o Ilídio trolha sacara da pedreira do senhor Vital, de onde fora despedido.
Ao outro dia, quando o pai da loira deu à chave da viatura e accionou a ignição, ouviu-se um estouro tão grande e ele subiu tão alto, que ficou conhecido no bairro inteiro como o Carrero Blanco da Travessa da Lurdinhas.
Quem ficou fodida foi a Zira do monhé, porque teve que passar a manhã inteira a lavar com lixívia as paredes da casa da patroa, que tinham ficado cheias de sangue e com bocados do senhor Santos (assim se chamava o pai das três filhas, a loira e a morena) agarrados. “A minha sorte” – explicava ela ao monhé nessa noite – “é que os vidros se partiram todos, senão a puta (referia-se à patroa) também me obrigava a limpá-los.”
Mal souberam da explosão, as televisões correram ao local, a perguntar coisas aos vizinhos. Uma velhota falou de terrorismo e os comentadores de serviços, frequentadores dos cursos para auditores do Instituto de defesa Nacional, adiantaram logo a hipótese de haver no caso ligações à Al Qaeda.
Nessa noite, em conferência de imprensa, o presidente Obama desmentiu publicamente tais ligações. Mas depois discutiu com a mulher. Esta não gostou do desmentido:
– Podias ter aproveitado a oportunidade para arranjar um pretexto para bombardear o Afeganistão – protestava ela.
– Mas não havia ligação nenhuma – justificava-se ele.
– Não havia ligação? – Insistia ela incrédula – Não havia ligação? Não havia ligação, arranjavas uma, ora o caralho. Não és tu que mandas na CIA? Não é para arranjar ligações que esses gajos servem?
– Mas eu não quero bombardear o Afeganistão…
– Pois não! Isso sei-o eu! Queres humilhar-me, isso é que tu queres. Vou para a reunião com as outras primeiras damas e elas fartam-se de se gabar: o meu home assim, o meu home assado, o meu estourou com Hotel Al-Rasheed em Baghdad, o meu mandou para o caralho a estátua do Saddam … e eu ali calada e envergonhada, porque tu és um banana, o Bananobama, como eu sei que elas te chamam nas minhas costas.
– Mas, querida, eu sou democrata e eles eram republicanos.
– Tá calado, não me fodas, caralho. Ainda ontem estava o coirão velho da Bárbara a armar-se e a Hilária atirou-lhe logo: o meu home também fodeu a embaixada da China em Belgrado. E o Bill também era democrata. Não é por seres democrata que não bombardeias o Afeganistão. É por seres um merdas.
– Mas eu não posso. Eu sou prémio Nobel da paz.
– Ah, ah, ah, ah, deixa-me rir, prémio Nobel da paz, diz ele. Isso é alguma coisa, caralho? Até o preto do Mandela foi prémio Nobel da paz.
Se há coisa que Obama não tolera é que o comparem aos pretos. Perdeu as estribeiras e aplicou uma estrondosa bofetada na mulher.
Arrependeu-se logo. Correu atrás dela, enquanto esta fugia da cozinha humilhada e ferida no orgulho
- Miguela, Miguela, Gelinha (é assim que ele lhe chama, quando fala com ela em português, embora nunca fale com ela em português)… perdoa-me, amor…
Azar dos azares, a cena foi captada por um paparratos que se encontrava na Casa Branca e que naquele preciso momento passava na cozinha, onde fora em busca de umas sandes, porque estava cheio de fome.
No dia seguinte, a coisa estava em todos os jornais. “Presidente dos Estados Unidos da América dá porrada na mulher” – titulava o Washington Post. “Violência doméstica na sala oval” – adiantava, com menos rigor, o New York Times.
Foi um escândalo mundial.
Em Um blogue que seja seu, Woman Once a Bird fez um post escandalizado, exigindo a demissão imediata do Presidente agressor, em nome da dignidade de todas as mulheres. Funes foi lá e comentou, esclarecendo que a Casa Branca não era propriamente o T1 da Dona Ernestina e do marido. As cenas de violência que lá se passavam constituíam assuntos de Estado que não podiam ser reduzidos a meros pretextos para arroubos feministas.
“Sr, Funes” – respondeu WOaB – “se a agressão da cidadã Michelle Robinson é para si um questiúncula sem importância, um mero pretexto para arroubos feministas, então estamos conversados sobre o grau de degeneração em que o deixou a educação machista que recebeu da sociedade patriarcal em que se formou. Não vale a pena continuar esta conversa”.
Funes - que achava o seu comentário muito inteligente – ficou muito ofendido. Foi ao blogue da WAaB e rasgou-o todo em mil pedaços.
Inconformada, WOaB foi fazer queixinhas à administração da Google. Mas Funes contra-argumentou: que em primeiros, se o blogue era para ser seu, rasgá-lo era um poder que lhe assistia e não era susceptível de ofender o direito de quem quer que fosse; em segundos, que não o tinha rasgado, porque um blogue não é uma coisa que se rasgue. Tinha-se limitado a desconstruí-lo. Serviço que nem sequer lhe tinha sido pago e cuja conta aproveitava para apresentar.
A WOaB ficou destroçada e rendeu-se a estes irrefutáveis argumentos. Fechou-se em casa a reler Derrida e Michel Foucault.
– Bendix para si também – ripostou a Saphou, quando, umas semanas depois, a Maria da Conceição a saudou na rua.
A Maria da Conceição era a filha ruiva do senhor Santos.
Memória de
Funes, o memorioso
às
7:04
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lembraram-se de contestar
Marcadores: Delírios
2009-11-11
PÚBLICA DENÚNCIA!
Memória de
Funes, o memorioso
às
22:46
17
lembraram-se de contestar
Marcadores: Educação, Estupidez humana, Sistema educativo
Justiça renovada
À entrada, descubro a Justiça renovada. Não é cega, não usa sapatos, tem ancas largas e mamas grandes. Uma verdadeira MILF. Não parece em crise.
Roubei a foto ao blogue Espiga Pinto.
Memória de
Funes, o memorioso
às
19:53
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lembraram-se de contestar
Marcadores: Arte contemporânea, Escultura







